domingo, 21 de dezembro de 2025


Segundo um teste que fiz na net,existem 22 tipos de perfis em relacionamentos.Gostei do meu ^^:




Previsível Gentil Romântica Inexperiente (PGRI)


Romântica. Esperançosa. Cheia de compostura . Você é A Poetisa.
As Poetisas buscam o amor e idealizam padrões elevados de como um relacionamento deve ser. São pessoas cheias de consciência, dedicadas e amorosas. Você é cheia de convicções e se permite devanear por idéias românticas e idealizar como seu romance ideal será. Isso provavelmente vai assustar grande parte dos seus pretendentes, mas não importa, porque você escolhe com muito critério. Você jamais encararia alguém menos brilhante do que você, por exemplo.
Os caras que compartilharem a sua visão idealizada ou que, pelo menos, estiverem dispostos a se jogarem de cara num relacionamento ficarão muitíssimo satisfeitos com você. E você com eles . Você naturalmente pensa nos outros antes de pensar em si mesma e com a pessoa certa, você pode se tornar mais aventureira e liberar um pouco da sua sexualidade.
Você tem muitas amigas e e elas possivelmente guardam um carinho especial por você. Assim como a maioria dos cachorros, gatos perequitos e papagaios que você encontra pela vida.
Perfil oposto ao seu:
A Poderosa Perseguida
Espontânea Egocêntrica Sexual Experiente

FUJA DOS TIPOS: O Peguete da Semana (PESE), The Falso Messias (PERE), O Carnívoro (EESE), O Escanteado (EESI)
DÊ UMA CHANCE A: O Homem Ideal (EGRE)
PEGAS NO FLAGRA!

Tem doido pra td nessa vida,não é pessoas?
Bom,essa aqui copiou dois textos meus e deu uma difarçada:

Cópia dela:

http://luxuriaa.blogspot.com/2009/10/qualquer-dia-dessesquero-que-em-um.html#comments

E meus posts:

http://pensaela.blogspot.com/2009/08/qualquer-dia-dessesquero-que-em-um.html

http://pensaela.blogspot.com/2008/05/um-poema-nada-inpessoal-ela-era-o-dia.html

Não!Detalhe que o blog dela é fechado para CONTEÚDO ADULTO!MEUS TEXTOS AGORA ESTÃO NAS PÁGINAS DE CONTEÚDO ADULTO O.O!


Essa daqui tabém,mas ela vai na maior cara de pau mesmo!Copia td na íntegra:

Cópia dela:

http://simplismentemiih.blogspot.com/2008/11/cebola.html

Texto meu:

http://pensaela.blogspot.com/2009/01/se-algum-por-acaso-se-apaixonar-por.html

Eu pelo menos,morreria de vergonha no lugar desse povo que não tem a competência de escrever um post em seu próprio blog!Copiou,faça logo uma homenagem de uma vez e coloque os créditos!NÃO USE O TEXTO COMO SE FOSSE SEU!TENHA O MÍNIMO DE VERGONHA NA CARA!
Pior é que comentei no blog dessa segunda e ela apagou meu comentário.
E no da primeira,nem dá pra comentar.
Mas é assim mesmo gente,o que fazemos numa situação dessas????
Sem contar uns blogs que vi que copiaram meus textos,mas que estão fora do ar.
Que coisa,não!Tsc tsc tsc.
Só digo uma coisa:Pode copiar!
Pode,copia mesmo,é o máximo que pessoas desse tipo podem fazer!Eu posso escrever um zilhão de posts novos,pois eu CRIO o que escrevo.
Humpf !
Sorry pessoas,foi um desabafo (de nv,rs).

The Reflecting pool



A arte anda comendo o meu cérebro. Não a arte em si, mas todas essas discussões que fazem-se a cerca dela. Eu amo arte, muito, de mais, mas poxa vida... As pessoas esquecem que há outros setores da vida.
Me cansa muito esse endeusamento que ainda fazem quando fala-se sobre arte, como se ela fosse a única responsável por mudança nas pessoas e no mundo, como se “só a arte salva!”.
Claro que a arte é uma forma de voz e expressão, mas não só ela. Penso até mesmo se o que quero é trabalhar com arte a vida toda.
O mal das pessoas que lidam com a arte é que muitas acabam se alienando achando que estão saindo fora da alienação, quando na verdade não estão. Vejo discursos prontos, revoltas na ponta da língua e sonhos quase idênticos. Sem contar na vestimenta e nos cortes de cabelo dos “novos artistas” ou estudantes de arte. Todos iguais pensando que são diferentes. E obviamente, estou incluída nisso.
Detesto pseudo-revolucionários de faculdades de elite. Acho o cúmulo do absurdo essas meninas que pagam não sei quanto por uma bota velha e ficam caçando brechós para se denominarem “cults”. Se bem que estou sendo muito chata.pois isso acontece em várias áreas, toda área tem seu estereótipo e pessoas que se moldam a ele. Eu mesma estou junta e misturada nisso.
E claro que não estou falando de todos! Mas falta um pouco de senso crítico em pessoas que pensam estar cheias dele.
Agora, chega de reclamar e bora ler os textos dobre arte.

Nostalgia!

Um amigo e eu estávamos postando no facebook desenhos de quando eramos crianças. E ele postou esse desenho LINDO que eu não me lembrava mais!A histórinha é muito linda, gente!Tive que compartilhar com vcs!

Sarau receberá exposição ‘Pensaela’

No dia 15 de outubro o sarau O que dizem os umbigos?!! receberá a exposição Pensaela de Dayane Okipney à partir das 18 horas na Casa de Cultura Itaim Paulista.

Pensaela 
 
Dayane...
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Dayane Okipney tem 22 anos. Uma típica leonina envolta por sua ascendência pisciana. É formada em Artes Visuais , desenha desde criança e a pouco tempo, começou a passar seus sonhos e anseios para as telas. Tem como influência artistas como: Dave Mckean, Gustav Klimt, René Magritte e Bill Sienkiewicz. Sua inspiração provém das Histórias em Quadrinhos, da psicologia analítica de Carl Gustav Jung , do estudo sobre signos e símbolos, das máscaras da Commedia dell’arte e do universo fantástico.
A exposição
“Pensaela” é uma exposição que trata sobre auto-descoberta, sentimentos, crenças e sonhos. Os personagens presentes são fragmentos de consciência, arquétipos mentais, como se cada emoção ou passagem de vida tomasse uma forma concreta. Desta forma, não há máscaras ou maquiagens, pois cada ser representa a si mesmo da forma que é. Há porém, leituras simbólicas e subjetivas sobre o que representaria cada personagem a aquele que a observa. A exposição começa com as primeiras experiências da artista com a tela, de forma a mostrar como cada pintura evolui junto com seu auto-conhecimento.
269750_180163205378203_100001535750001_453276_8164533_n (1)“Na mesma tela se pintou vários quadros,muitos além do que se imagina.A cada minuto, um novo borrão, as vezes até sem querer, era dispensado sobre a paisagem e essa se tornava um retrato.O mesmo ocorria com os retratos; quando começava-se a definir as feições, o mesmo se tornava uma figura abstrata. E a figura virava um animal e o animal uma composição de cores indefinidas. No mesmo suporte surgiram marginais, gueixas, fadas, monstros, adultos e crianças.Chegou a cair, tombar, rachar, mas nunca quebrou na verdade. As águas já quase estragaram suas aquarelas e o que era olho virou boca, o que era sonho virou realidade, o que era desejo se tornou pesadelo. Ninguém distinguia o que ali surgia a cada virada de pincel, só reconheciam que sempre seguia um estilo único, que era o de transformação incessante das formas indefinidas. Mas para onde isso iria e para que era feito não se sabia, muito menos quem era o pintor daquela tela. Ás vezes chegava-se a pensar que cada pessoa que colocasse os olhos sobre a pintura tinha o poder de modificá-la. Era uma tela feita pelo mundo, e o mundo rejeita o que é feito pelas próprias mãos, com medo de cair na desgraça de Narciso e deixar-se inebriar pela beleza de ser o que se é. Ou então,o medo de ficar preso a sua própria imagem e com isso perder o direito da tão almejada metamorfose ambulante.”

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Enamorados – Dayane Okipney – 2010 – acrílica, spray, esmalte e colagem sobre tela
Fonte: http://arteparamudar.blogspot.com/
http://oquedizemosumbigos.blogspot.com/2011/09/sarau-recebera-exposicao-pensaela.html


Dificilmente dou chances para um autor contemporâneo me capturar. Tenho ainda aquela pretensiosa ideia de que existe “boa e má literatura” e que a da atualidade não tenha muito a primeira opção. Contudo, fui capturada pelo canto da sereia de Amenina Submersa e isso quase não é uma metáfora.

O livro conta a história de India Morgan Phelps, ou Imp, como prefere ser chamada.

Imp é uma jovem artista plástica de 24 anos que mora sozinha e trabalha em uma loja para artigos artísticos. Ela tem uma namorada, Abalyn, que se tornou isso meio que por acaso. Sua mãe suicidou-se em um sanatório devido à sua loucura, loucura esta, que Imp herdou. Ela sofre de esquizofrenia desorganizada, mais tarde diagnosticada como esquizofrenia paranoide.

O que mais me capturou na história foi algo sutil, mas nunca antes pensado por mim. No início do livro, Imp diz que vai começar a escrever uma história sobre fantasmas. Logo espero algum conto fantástico de terror, mas o que ela diz sobre fantasmas fez com que eu repensasse uma série de coisas ao longo da história mundial e ao longo, é claro, da minha própria história.

Fantasmas para Imp não são almas penadas de pessoas que já morreram. Para ela, podem ser pequenas coisas que passaram por você e te marcaram tanto que nunca mais te abandonam, podendo te perseguir dia e noite, pelo resto de sua vida.

Foi o que aconteceu com ela ainda criança ao ver em um museu uma pintura chamada A menina submersa. A pintura mostra uma garota nua dentro de um rio, no meio da noite, com água até os joelhos. Teve um poder tão grande sobre a mente de Imp que foi a partir daí que começaram a surgir suas alucinações, até que em uma
noite tudo se torna real e ela encontra nua, na beira da estrada, Eva Canning, uma mulher que transforma-se numa obsessão enorme em sua vida .
No caso de Imp, esse acontecimento e mais alguns fizeram com que sua doença se manifestasse de maneira enlouquecedora. Será que se ela nunca tivesse visto esse quadro, sofreria dessas alucinações? Se sim, será que seriam as mesmas?
Imp fala também que fantasmas podem se espalhar e tomar a vida de outras pessoas. Um exemplo usado no livro é O rio dos suicidas. Um escritor escreve um livro sobre um rio no Japão, onde pessoas costumavam se suicidar. Após ter escrito esse livro, muitas pessoas que o leram foram até o rio citado para cometer suicídio. Inúmeros fatos sobre esses “fantasmas que se espalham” são relatados ao longo da história. Charles Manson diz ter se inspirado na música “Helter Skelter” dos Beatles para cometer seus assassinatos. Outro exemplo foi o filme Matrix ter sido fonte de inspiração para os adolescentes que cometeram o Massacre de Columbine, em Columbine High School.
De maneira alguma digo que filmes, músicas, jogos ou qualquer manifestação sejam as responsáveis pela influência que possam causar na mente de algumas pessoas. Um ou outro alguém que por conta de alguma patologia se deixe levar à ponto de perde-se em si mesmo por influências externas não deve ser tido como regra, mas como exceção. Também não digo que estes fantasmas irão determinar nosso destino: eles podem até nos perseguir, mas a escolha com o que faremos com eles é nossa. Como disse Sartre “Não importa o que fizeram com você. O que importa é o que você faz com aquilo que fizeram com você.”, frase/fantasma que recebi da minha psicóloga anos atrás e que sempre vem-me “assombrar” quando preciso. O que me questiono é se seríamos quem somos não fosse aquele dia, aquele momento, aquela música ou aquele filme. Pensaríamos no amor como pensamos, se na hora do nosso primeiro beijo não tivesse tocado aquela música? Tomaríamos a decisão que tomamos se não tivéssemos ouvido aquele conselho aleatório de uma senhora para uma amiga na fila do banco? Nossa vida seria diferente, se não tivéssemos lido aquele livro, ou namorado aquela pessoa? Pensando sobre isso, tomo para mim a responsabilidade do que falo e como cada palavra extraída de minha boca pode se tornar um fantasma na vida de alguém.
A escritora Caitlín R. Kiernan traz inúmeras referências ao longo da história que fazem você ficar cada vez mais submerso na mente de Imp. Nelas, estão presentes bandas como Radiohead e This Motal Coil, simbologia sobre o arquétipo das sereias, histórias reais sobre fatos ocorridos nos Estados Unidos, literatura, como Moby Dick e mais vários relatos das personagens que acompanham Imp em sua trajetória e que acabam, direta ou indiretamente, criando mais fantasmas em sua jornada.
Uma dica antes de ler A menina submersa é fazer uma pesquisa sobre Esquizofrenia e entender o porquê da mente de Imp funcionar como funciona, além de ajudar a desmistificar preconceitos com relação a doença.
O livro me trouxe inúmeras reflexões, tanto do campo da saúde mental quanto sobre como encaramos e lidamos com esses acontecimentos da vida que nos atravessam de maneira tão enfática. Recomendo a leitura à pessoas que querem se conhecer melhor e que não tem medo de andar lado a lado com todos os seus fantasmas!
Dificilmente dou chances para um autor contemporâneo me capturar. Tenho ainda aquela pretensiosa ideia de que existe “boa e má literatura” e que a da atualidade não tenha muito a primeira opção. Contudo, fui capturada pelo canto da sereia de Amenina Submersa e isso quase não é uma metáfora.

O livro conta a história de India Morgan Phelps, ou Imp, como prefere ser chamada.

Imp é uma jovem artista plástica de 24 anos que mora sozinha e trabalha em uma loja para artigos artísticos. Ela tem uma namorada, Abalyn, que se tornou isso meio que por acaso. Sua mãe suicidou-se em um sanatório devido à sua loucura, loucura esta, que Imp herdou. Ela sofre de esquizofrenia desorganizada, mais tarde diagnosticada como esquizofrenia paranoide.

O que mais me capturou na história foi algo sutil, mas nunca antes pensado por mim. No início do livro, Imp diz que vai começar a escrever uma história sobre fantasmas. Logo espero algum conto fantástico de terror, mas o que ela diz sobre fantasmas fez com que eu repensasse uma série de coisas ao longo da história mundial e ao longo, é claro, da minha própria história.

Fantasmas para Imp não são almas penadas de pessoas que já morreram. Para ela, podem ser pequenas coisas que passaram por você e te marcaram tanto que nunca mais te abandonam, podendo te perseguir dia e noite, pelo resto de sua vida.

Foi o que aconteceu com ela ainda criança ao ver em um museu uma pintura chamada  A menina submersa. A pintura mostra uma garota nua dentro de um rio, no meio da noite, com água até os joelhos. Teve um poder tão grande sobre a mente de Imp que foi a partir daí que começaram a surgir suas alucinações, até que em uma noite tudo se torna real e ela encontra nua, na beira da estrada, Eva Canning, uma mulher que transforma-se numa obsessão enorme em sua vida .

No caso de Imp, esse acontecimento e mais alguns fizeram com que sua doença se manifestasse de maneira enlouquecedora. Será que se ela nunca tivesse visto esse quadro, sofreria dessas alucinações? Se sim, será que seriam as mesmas?

Imp fala também que fantasmas podem se espalhar e tomar a vida de outras pessoas. Um exemplo usado no livro é O rio dos suicidas. Um escritor escreve um livro sobre um rio no Japão, onde pessoas costumavam se suicidar. Após ter escrito esse livro, muitas pessoas que o leram foram até o rio citado para cometer suicídio. Inúmeros fatos sobre esses “fantasmas que se espalham” são relatados ao longo da história. Charles Manson diz ter se inspirado na música “Helter Skelter” dos Beatles para cometer seus assassinatos. Outro exemplo foi o filme Matrix ter sido fonte de inspiração para os adolescentes que cometeram o Massacre de Columbine, em Columbine High School.

De maneira alguma digo que filmes, músicas, jogos ou qualquer manifestação sejam as responsáveis pela influência que possam causar na mente de algumas pessoas. Um ou outro alguém que por conta de alguma patologia se deixe levar à ponto de perde-se em si mesmo por influências externas não deve ser tido como regra, mas como exceção.  Também não digo que estes fantasmas irão determinar nosso destino: eles podem até nos perseguir, mas a escolha com o que faremos com eles é nossa. Como disse Sartre “Não importa o que fizeram com você. O que importa é o que você faz com aquilo que fizeram com você.”, frase/fantasma que recebi da minha psicóloga anos atrás e que sempre vem-me “assombrar” quando preciso. O que me questiono é se seríamos quem somos não fosse aquele dia, aquele momento, aquela música ou aquele filme. Pensaríamos no amor como pensamos, se na hora do nosso primeiro beijo não tivesse tocado aquela música? Tomaríamos a decisão que tomamos se não tivéssemos ouvido aquele conselho aleatório de uma senhora para uma amiga na fila do banco? Nossa vida seria diferente, se não tivéssemos lido aquele livro, ou namorado aquela pessoa? Pensando sobre isso, tomo para mim a responsabilidade do que falo e como cada palavra extraída de minha boca pode se tornar um fantasma na vida de alguém.

A escritora Caitlín R. Kiernan traz inúmeras referências ao longo da história que fazem você ficar cada vez mais submerso na mente de Imp. Nelas, estão presentes bandas como Radiohead e This Motal Coil, simbologia sobre o arquétipo das sereias, histórias reais sobre fatos ocorridos nos Estados Unidos, literatura, como Moby Dick e mais vários relatos das personagens que acompanham Imp em sua trajetória e que acabam, direta ou indiretamente, criando mais fantasmas em sua jornada.

Uma dica antes de ler A menina submersa é fazer uma pesquisa sobre Esquizofrenia e entender o porquê da mente de Imp funcionar como funciona, além de ajudar a desmistificar preconceitos com relação a doença.

O livro me trouxe inúmeras reflexões, tanto do campo da saúde mental quanto sobre como encaramos e lidamos com esses acontecimentos da vida que nos atravessam de maneira tão enfática. Recomendo a leitura à pessoas que querem se conhecer melhor e que não tem medo de andar lado a lado com todos os seus fantasmas!