quinta-feira, 10 de março de 2011

Abri os braços mais uma vez em meio a aquele turbilhão de mundos.
Mundos tão desconexos e tão coexistentes,ao mesmo tempo...
Sou tão volúvel...Volúvel a ponto de estar em tudo,mesmo não pertencendo a nada. Tenho  uma base larga que permite passear por outros reinos, mas deles,só conheço pelas pontas dos pés. Mas ao menos os conheço.Há quem os conheça só de ouvir falar e fala, fala, fala...repetindo aquilo que alguém lhe contou.
Alguém especial me disse certa vez que somos como a constituição do nosso corpo:Sou mais fina em cima, do colo pouco saliente e cintura delgada, e mais larga embaixo, dos quadris um pouco avantajados. Isso apontaria que sou ligada ao real, ao firme, ao chão, que da terra tiro minhas forças. Mas noto esses meus cabelos rebeldes que teimam a se avolumar, me apontando sempre para o céu...Sempre deixando minha mente a vagar por algum outro planeta. Não que eu queira.É assim que sou.
Gostaria de dominar meus pés, para que estes soubessem saltar os obstáculos, sem se prender tanto a terra. E também, domar meus cabelos, que como um balão, ficam a quere-me levar as nuvens.

4 comentários:

  1. O importante é que aos poucos você se conhece mais e passa a perceber partes de si mesmas que nem imaginava existir.

    Beijos.

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  2. É engraçado ouvir falar de nós mesmos. MAs é dificil falar de nós. És bela em sua forma e vive, isso é importante a VIDA.

    Grande abraço

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  3. É difícil lê-la e não ser capturado pela energia de sua escrita. Sei o que digo, vc sabe, pois sou há muito seu leitor.
    Bjo!

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  4. Uma descrição bonita de ti, fato...

    Fique com Deus, menina Dayane.
    Um abraço.

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